Radar Long & Short B3
Pares de papéis relacionados cuja razão de preços saiu da banda, quem empurrou cada ponta e o que sobreviveu à checagem. Pregão de 26/10/2026 · atualizada em 27/10/2026
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Edição Long & Short de 26/10/2026
brief registrado
No pregão do choque eleitoral, só o par BBDC4 contra ITUB4 passou no crivo.
O BOVA11 caiu 14,5% no pregão seguinte ao segundo turno da eleição, girando bem acima do normal. A tela viu 30 pares e ações romperem suas faixas, quase todos para baixo, com o real caindo junto.
O dia
Depois do segundo turno, juro longo subiu forte e o real caiu quase 9,0%. Cada ação se moveu pela sua sensibilidade a isso. Elétricas alavancadas e nomes domésticos caíram o dobro do índice; defensivas e exportadoras caíram menos ou subiram. A equipe testou quatro pares a fundo. Só um, BBDC4 contra ITUB4, sobrou depois do crivo — os outros três eram o mesmo choque, não um exagero. Lembrete: montar a ponta vendida exige aluguel do papel — custo e disponibilidade não estão nestes dados.
BBDC4 × ITUB4
Par
Os dois maiores bancos privados do país; o ratio é o preço do BBDC4 dividido pelo do ITUB4.
Tese
As ações abriram uma diferença de 8 pontos percentuais em um pregão, bem fora da faixa dos últimos 19 pregões. Quem vendeu foi o estrangeiro, só no BBDC4, e quem comprou foi o institucional e o varejo — rotação de um dia, não um novo preço.
Previsão
BBDC4 deve ganhar pelo menos 4,0% sobre o ITUB4 até terça 03/11. A aposta cai se o ratio fechar abaixo de 0,371 em dois pregões seguidos, ou se o estrangeiro continuar vendendo o BBDC4 à vista.
Quem empurra
Nos últimos cinco pregões, quem vendeu o BBDC4 à vista foi o estrangeiro, com a Merrill Lynch (estrangeira) à frente. Do outro lado, compraram o institucional e o varejo, puxados pela XP (varejo). No ITUB4, o estrangeiro ficou quase neutro no mesmo período.
Confiança
Média: o desenho do fluxo é limpo e os dois bancos costumam se mover juntos. Mas a Merrill Lynch ainda vendia o papel no fechamento, o que pode continuar.
O que morreu
EQTL3/BOVA11 — EQTL3 caiu 28,7% contra o índice e a aposta era que isso fosse exagero dos vendedores locais. Mas o juro longo subiu 265 pontos no mesmo pregão. A queda é o preço justo de uma elétrica alavancada diante de juros mais altos, não um exagero.
AURE3/BOVA11 — AURE3 caiu 29,4%, o dobro do índice, sem vendedor visível — parecia um buraco de ar. Mas a alavancagem alta e a fusão com a AES Brasil, que logo traz ações novas, tornam a queda um novo preço, não um exagero.
MOTV3/BOVA11 — MOTV3 caiu 26,9% e a aposta era que o vendedor de cinco pregões, a UBS, tivesse parado. Mas a UBS ainda vendia no próprio pregão — o vendedor não tinha acabado.
Fora da tela
- CMIG3/CMIG4 — a ação ON opera só R$ 2,2 mi por dia: perna fina demais para vender a descoberto.
- IVVB11/BOVA11 — os dois andam em direções opostas: não existe média à qual o par deva voltar.
- SUZB3 — subiu porque o real caiu, não por um desenho de fluxo: câmbio explica a alta sozinho.
- Sete pares com a mesma perna de AURE3 foram descartados juntos: uma ação esticada cria várias duplicatas.
- RADL3/BOVA11 — já vinha caindo nos quatro pregões antes, e o balanço do trimestre cai dentro da janela.
- VIVA3/BOVA11 — quem comprou a queda foi o varejo, não um sinal de vendedor exausto.
- CSMG3/BOVA11 — é estatal mineira: a queda depende da mesma eleição, não é distorção de par.
- PSSA3/BOVA11 — caiu menos que o índice: seguradora ganha com juro mais alto, é informação nova.
Previsões registradas
| par | previsão | stop | vence em | status |
|---|---|---|---|---|
| BBDC4/ITUB4 | BBDC4 ganha pelo menos 4,0% sobre ITUB4 em 5 pregões | Se o ratio BBDC4/ITUB4 fechar abaixo de 0,371 por dois pregões seguidos até 03/11, com o estrangeiro ainda vendedor líquido em BBDC4, a tese está errada. | 03/11/2026 | pendente |
Descartadas na checagem
- EQTL3/BOVA11 — O DI para jan/29 saltou de 12,60% para 15,25% (+265 pontos) e o dólar futuro subiu 8,1% num só pregão, e as três elétricas alavancadas caíram em bloco (EQTL3 -28,7%, ENGI11 -28,9%, AURE3 -29,4%): com a curva longa 2,6 pontos acima, o novo nível da EQTL3 contra o índice é informação, não exagero. No choque do 1º turno (05/10) este mesmo ratio rompeu a banda para cima e continuou na direção do choque por mais quatro pregões (+5,9%, de 0,233 para 0,247) em vez de voltar — a média da banda (0,234) é a do padrão pós-1º turno que o 2º turno acabou de desfazer. (reprecificação, não distorção)
- AURE3/BOVA11 — Com alavancagem de 5,2-5,7x e perspectiva negativa da Fitch, a Auren caiu 29,4% no pregão em que o DI jan/29 subiu 265 pontos (12,60% → 15,25%) — a mesma queda da EQTL3 (-28,7%) e da ENGI11 (-28,9%): é a classe de geradoras alavancadas sendo reprecificada pela curva, não um buraco de ar. Além disso, as ações da fusão com a AES Brasil entram em circulação em 31/10, dentro do horizonte, e a AESB3 nem consta na base de preços para conferir a relação de troca; no choque de 05/10 este ratio rompeu a banda e andou mais 4,0% na direção do choque antes de parar. (reprecificação, não distorção)
- MOTV3/BOVA11 — A UBS não parou de vender: foi vendedora líquida de MOTV3 em 12 dos últimos 13 pregões, incluindo -R$ 22 mi em 26/10, e o 'estrangeiro comprador' do dia é uma casa só (Goldman +R$ 95 mi contra -R$ 39 mi do resto do grupo). Com o DI jan/29 subindo 265 pontos num pregão, uma concessionária de longa duração cair 12 pontos além do índice (ECOR3 caiu 60%, RAIL3 17%) é reprecificação da classe pela curva; no choque de 05/10 este mesmo ratio rompeu a banda e andou mais 5,4% na direção do choque antes de parar. (reprecificação, não distorção)
Montar a ponta vendida exige aluguel do papel — custo e disponibilidade não estão nestes dados. Toda previsão é conferida por cálculo quando o prazo vence, com preços ajustados por proventos. Nada aqui é recomendação.
Tela do dia — 26/10/2026
BOVA11 -14,5% no dia, -4,6% em 20 pregões. 388 pares e 150 ativos varridos: 1 preço acima da banda, 30 preço abaixo da banda, 21 razão abaixo da banda, 15 razão acima da banda; 121 gatilhos segurados pelas travas.
- CMIG3 — quem mais vendeu: misto (−R$ 2,6 mi em 5 pregões, 1,2 dia de giro normal); BTG Pactual fez 61% desse saldo · varejo R$ 2,0 mi, estrangeiro R$ 1,2 mi, HFT −R$ 0,7 mi.
- CMIG4 — quem mais vendeu: HFT (−R$ 132,1 mi em 5 pregões, 0,7 dia de giro normal); Ideal fez 100% desse saldo · varejo R$ 51,7 mi, institucional R$ 42,1 mi, misto R$ 19,2 mi.
- ALUP11 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 45,5 mi em 5 pregões, 0,9 dia de giro normal); UBS Brasil fez 73% desse saldo · institucional −R$ 23,1 mi, varejo −R$ 11,3 mi, misto −R$ 8,4 mi.
- EQTL3 — quem mais comprou: varejo (R$ 110,3 mi em 5 pregões, 0,2 dia de giro normal); XP Investimentos sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto −R$ 82,8 mi, institucional −R$ 27,9 mi, HFT −R$ 20,6 mi.
- ALUP11 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 45,5 mi em 5 pregões, 0,9 dia de giro normal); UBS Brasil fez 73% desse saldo · institucional −R$ 23,1 mi, varejo −R$ 11,3 mi, misto −R$ 8,4 mi.
- ENGI11 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 34,8 mi em 5 pregões, 0,1 dia de giro normal); UBS Brasil sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · varejo −R$ 32,8 mi, institucional −R$ 7,9 mi, misto R$ 7,1 mi.
- BBDC4 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 663,3 mi em 5 pregões, 0,7 dia de giro normal) · institucional R$ 387,0 mi, varejo R$ 286,9 mi, misto −R$ 11,8 mi.
- ITUB4 — quem mais comprou: institucional (R$ 333,3 mi em 5 pregões, 0,2 dia de giro normal); BGC Liquidez sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · estrangeiro −R$ 137,4 mi, varejo −R$ 110,6 mi, HFT −R$ 52,0 mi.
- RADL3 — quem mais comprou: varejo (R$ 78,2 mi em 5 pregões, 0,3 dia de giro normal) · estrangeiro −R$ 44,9 mi, misto −R$ 29,4 mi, HFT −R$ 8,5 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 588,2 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · HFT R$ 282,8 mi, misto R$ 282,8 mi, varejo −R$ 206,1 mi.
- AURE3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 38,4 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); J.P. Morgan fez 54% desse saldo · institucional −R$ 24,6 mi, misto −R$ 22,4 mi, varejo R$ 9,9 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 588,2 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · HFT R$ 282,8 mi, misto R$ 282,8 mi, varejo −R$ 206,1 mi.
- ENEV3 — quem mais comprou: misto (R$ 416,5 mi em 5 pregões, 1,2 dia de giro normal); BTG Pactual fez 81% desse saldo · estrangeiro −R$ 199,2 mi, varejo −R$ 159,0 mi, HFT −R$ 38,5 mi.
- EQTL3 — quem mais comprou: varejo (R$ 110,3 mi em 5 pregões, 0,2 dia de giro normal); XP Investimentos sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto −R$ 82,8 mi, institucional −R$ 27,9 mi, HFT −R$ 20,6 mi.
- AURE3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 38,4 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); J.P. Morgan fez 54% desse saldo · institucional −R$ 24,6 mi, misto −R$ 22,4 mi, varejo R$ 9,9 mi.
- CPLE3 — quem mais comprou: misto (R$ 145,1 mi em 5 pregões, 0,5 dia de giro normal) · varejo −R$ 101,1 mi, HFT −R$ 19,0 mi, institucional −R$ 12,9 mi.
- VBBR3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 102,9 mi em 5 pregões, 0,2 dia de giro normal); UBS Brasil sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto −R$ 97,9 mi, HFT R$ 37,4 mi, varejo −R$ 37,0 mi.
- IVVB11 — quem mais vendeu: varejo (−R$ 66,4 mi em 5 pregões, 0,9 dia de giro normal); XP Investimentos fez 87% desse saldo · institucional R$ 61,0 mi, misto R$ 39,4 mi, estrangeiro −R$ 34,7 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 588,2 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · HFT R$ 282,8 mi, misto R$ 282,8 mi, varejo −R$ 206,1 mi.
- CSMG3 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 280,2 mi em 5 pregões, 1,0 dia de giro normal) · misto R$ 261,0 mi, varejo R$ 36,3 mi, institucional −R$ 30,9 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 588,2 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · HFT R$ 282,8 mi, misto R$ 282,8 mi, varejo −R$ 206,1 mi.
- VIVA3 — quem mais comprou: varejo (R$ 53,9 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); XP Investimentos fez 83% desse saldo · estrangeiro −R$ 21,2 mi, institucional −R$ 14,7 mi, misto −R$ 11,7 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 588,2 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · HFT R$ 282,8 mi, misto R$ 282,8 mi, varejo −R$ 206,1 mi.
- AURE3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 38,4 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); J.P. Morgan fez 54% desse saldo · institucional −R$ 24,6 mi, misto −R$ 22,4 mi, varejo R$ 9,9 mi.
- ENEV3 — quem mais comprou: misto (R$ 416,5 mi em 5 pregões, 1,2 dia de giro normal); BTG Pactual fez 81% desse saldo · estrangeiro −R$ 199,2 mi, varejo −R$ 159,0 mi, HFT −R$ 38,5 mi.
- AURE3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 38,4 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); J.P. Morgan fez 54% desse saldo · institucional −R$ 24,6 mi, misto −R$ 22,4 mi, varejo R$ 9,9 mi.
- CPFE3 — quem mais vendeu: misto (−R$ 80,6 mi em 5 pregões, 0,9 dia de giro normal); BTG Pactual fez 72% desse saldo · estrangeiro R$ 60,9 mi, varejo R$ 11,1 mi, institucional R$ 4,8 mi.
- HYPE3 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 77,9 mi em 5 pregões, 0,8 dia de giro normal) · varejo R$ 68,1 mi, misto R$ 32,2 mi, institucional −R$ 20,3 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 588,2 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · HFT R$ 282,8 mi, misto R$ 282,8 mi, varejo −R$ 206,1 mi.
- PSSA3 — quem mais comprou: varejo (R$ 82,5 mi em 5 pregões, 0,9 dia de giro normal); Agora fez 65% desse saldo · sem grupo −R$ 68,5 mi, estrangeiro −R$ 13,8 mi, misto R$ 12,3 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 588,2 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · HFT R$ 282,8 mi, misto R$ 282,8 mi, varejo −R$ 206,1 mi.
- CPLE3 — quem mais comprou: misto (R$ 145,1 mi em 5 pregões, 0,5 dia de giro normal) · varejo −R$ 101,1 mi, HFT −R$ 19,0 mi, institucional −R$ 12,9 mi.
- EQTL3 — quem mais comprou: varejo (R$ 110,3 mi em 5 pregões, 0,2 dia de giro normal); XP Investimentos sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto −R$ 82,8 mi, institucional −R$ 27,9 mi, HFT −R$ 20,6 mi.
- EQTL3 — quem mais comprou: varejo (R$ 110,3 mi em 5 pregões, 0,2 dia de giro normal); XP Investimentos sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto −R$ 82,8 mi, institucional −R$ 27,9 mi, HFT −R$ 20,6 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 588,2 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · HFT R$ 282,8 mi, misto R$ 282,8 mi, varejo −R$ 206,1 mi.
- UGPA3 — quem mais vendeu: institucional (−R$ 168,8 mi em 5 pregões, 0,4 dia de giro normal); Tullett Prebon fez 96% desse saldo · misto R$ 165,9 mi, varejo −R$ 18,5 mi, estrangeiro R$ 17,1 mi.
- MOTV3 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 71,5 mi em 5 pregões, 0,3 dia de giro normal); UBS Brasil sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto R$ 54,7 mi, institucional R$ 39,5 mi, varejo −R$ 19,8 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 588,2 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · HFT R$ 282,8 mi, misto R$ 282,8 mi, varejo −R$ 206,1 mi.
- SUZB3 — quem mais vendeu: varejo (−R$ 86,6 mi em 5 pregões, 0,3 dia de giro normal); XP Investimentos fez 57% desse saldo · estrangeiro R$ 77,8 mi, institucional −R$ 71,2 mi, misto R$ 49,3 mi.
- AURE3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 38,4 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); J.P. Morgan fez 54% desse saldo · institucional −R$ 24,6 mi, misto −R$ 22,4 mi, varejo R$ 9,9 mi.
- ISAE4 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 85,3 mi em 5 pregões, 1,0 dia de giro normal) · institucional R$ 42,7 mi, varejo R$ 29,1 mi, misto R$ 12,1 mi.
- CPFE3 — quem mais vendeu: misto (−R$ 80,6 mi em 5 pregões, 0,9 dia de giro normal); BTG Pactual fez 72% desse saldo · estrangeiro R$ 60,9 mi, varejo R$ 11,1 mi, institucional R$ 4,8 mi.
- EQTL3 — quem mais comprou: varejo (R$ 110,3 mi em 5 pregões, 0,2 dia de giro normal); XP Investimentos sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto −R$ 82,8 mi, institucional −R$ 27,9 mi, HFT −R$ 20,6 mi.
- AURE3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 38,4 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); J.P. Morgan fez 54% desse saldo · institucional −R$ 24,6 mi, misto −R$ 22,4 mi, varejo R$ 9,9 mi.
- CMIG4 — quem mais vendeu: HFT (−R$ 132,1 mi em 5 pregões, 0,7 dia de giro normal); Ideal fez 100% desse saldo · varejo R$ 51,7 mi, institucional R$ 42,1 mi, misto R$ 19,2 mi.
- EQTL3 — quem mais comprou: varejo (R$ 110,3 mi em 5 pregões, 0,2 dia de giro normal); XP Investimentos sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto −R$ 82,8 mi, institucional −R$ 27,9 mi, HFT −R$ 20,6 mi.
- TAEE11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 55,1 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); Merrill Lynch fez 52% desse saldo · misto R$ 43,8 mi, varejo R$ 30,5 mi, institucional −R$ 16,7 mi.
- ENEV3 — quem mais comprou: misto (R$ 416,5 mi em 5 pregões, 1,2 dia de giro normal); BTG Pactual fez 81% desse saldo · estrangeiro −R$ 199,2 mi, varejo −R$ 159,0 mi, HFT −R$ 38,5 mi.
- ENGI11 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 34,8 mi em 5 pregões, 0,1 dia de giro normal); UBS Brasil sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · varejo −R$ 32,8 mi, institucional −R$ 7,9 mi, misto R$ 7,1 mi.
- CURY3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 55,2 mi em 5 pregões, 0,3 dia de giro normal); UBS Brasil fez 78% desse saldo · varejo −R$ 42,0 mi, misto −R$ 16,7 mi, institucional R$ 7,2 mi.
- DIRR3 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 41,4 mi em 5 pregões, 0,3 dia de giro normal); Goldman Sachs do Brasil sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto R$ 32,7 mi, varejo R$ 23,2 mi, HFT −R$ 5,8 mi.
- AURE3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 38,4 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); J.P. Morgan fez 54% desse saldo · institucional −R$ 24,6 mi, misto −R$ 22,4 mi, varejo R$ 9,9 mi.
- EGIE3 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 85,6 mi em 5 pregões, 0,9 dia de giro normal) · varejo R$ 39,8 mi, misto R$ 37,2 mi, institucional R$ 6,3 mi.
- ABEV3 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 212,6 mi em 5 pregões, 0,5 dia de giro normal); Merrill Lynch fez 98% desse saldo · misto R$ 186,7 mi, HFT −R$ 51,8 mi, institucional R$ 43,0 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 588,2 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · HFT R$ 282,8 mi, misto R$ 282,8 mi, varejo −R$ 206,1 mi.
- AURE3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 38,4 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); J.P. Morgan fez 54% desse saldo · institucional −R$ 24,6 mi, misto −R$ 22,4 mi, varejo R$ 9,9 mi.
- AXIA3 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 333,1 mi em 5 pregões, 0,3 dia de giro normal); Goldman Sachs do Brasil fez 65% desse saldo · misto R$ 307,6 mi, HFT −R$ 29,5 mi, institucional R$ 24,5 mi.
Cada par é a razão entre os preços das duas pontas, ajustados por proventos (dividendos, JCP, desdobramentos). A faixa sombreada é a banda de 20 pregões (média ± 2 desvios); a tela marca quem fechou pelo menos 2% fora dela. «Quem mais comprou/vendeu» soma os últimos 5 pregões por grupo de corretora. Nenhum gatilho é recomendação.
De onde vêm os preços
Proventos da B3 lidos em 27/10/2026; janela de 85 pregões desde 26/06/2026 (histórico oficial da B3 antes da nossa base, nossa base depois). Pares e ativos com evento societário não ajustado — ou um salto de preço que nenhum evento explica — ficam fora da tela.