Radar Long & Short B3
Pares de papéis relacionados cuja razão de preços saiu da banda, quem empurrou cada ponta e o que sobreviveu à checagem. Pregão de 27/10/2026 · atualizada em 29/10/2026
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Edição Long & Short de 27/10/2026
brief registrado
Dois pares de bancos sobrevivem ao tombo; energia e varejo caíram em bloco.
O BOVA11 subiu 0,3% no pregão, mas ainda acumula queda de 15,6% em cinco dias. Nesse período, 35 papéis e pares romperam a faixa normal da tela, quase todos para baixo.
O dia
A história do dia é a dispersão de beta no tombo de 26/10: ações caíram por setor, não por excesso isolado. O estrangeiro vendeu no mercado à vista, mas comprou proteção em índice futuro — uma postura de hedge que pesa contra qualquer leitura de venda pura. Dos quatro pares testados, dois sobreviveram, ambos bancos, e dois morreram por ser o setor inteiro repreçando junto, não um papel fora do lugar. Montar a ponta vendida exige aluguel do papel: custo e disponibilidade não estão nestes dados.
BBDC4 × ITUB4
Par
BBDC4 e ITUB4 são os dois maiores bancos privados do país: o par mede o preço de um contra o outro, não o rumo do mercado.
Tese
O ratio entre os dois ficou parado por quase quatro semanas, mesmo depois do balanço do Bradesco, e só despencou no dia do tombo geral. A inadimplência maior do banco justifica um desconto, mas não os 9,3% que vieram de uma vez só.
Previsão
BBDC4 ganha pelo menos 3,5% sobre ITUB4 até quarta 11/11. Pára se o ratio continuar caindo e fechar cerca de 2,6% abaixo do nível de hoje, por dois pregões seguidos.
Quem empurra
Nos últimos cinco pregões, a Merrill Lynch (estrangeira) liderou a venda em BBDC4, com R$ 500,5 mi, enquanto institucionais e varejo compravam a queda. Em ITUB4 a venda estrangeira foi pequena, e o UBS (estrangeira) comprou forte, R$ 879,4 mi.
Confiança
Confiança baixa, porque o balanço do banco deu um motivo real para parte do desconto, e ninguém testou se o comprador original volta.
ABCB4 × BRSR6
Par
ABCB4 e BRSR6 são dois bancos médios regionais: o par compara o Banco ABC Brasil com o Banrisul, do Rio Grande do Sul.
Tese
BRSR6 caiu 6,3% nesta terça, mesmo com o BOVA11 em alta, sem resultado nem notícia nova do banco. A venda foi concentrada em três corretoras estrangeiras ao mesmo tempo, o tipo de fluxo que tende a não durar.
Previsão
BRSR6 ganha pelo menos 3% sobre ABCB4 até quarta 04/11. Pára se o ratio subir mais e fechar cerca de 3,2% acima do nível de hoje, por dois pregões seguidos.
Quem empurra
Em BRSR6, três corretoras estrangeiras venderam juntas nos últimos cinco pregões, puxadas pelo JPMorgan (estrangeira), e o varejo comprou a queda, R$ 42,5 mi. Em ABCB4 o movimento foi mais calmo: o varejo também comprou, e o estrangeiro vendeu um pouco menos que em BRSR6.
Confiança
Confiança média: é o fluxo mais parecido com venda forçada de todo o grupo, sem nenhum motivo específico do banco.
O que morreu
- ALUP11 × ENGI11 — a tese apostava que ENGI11 tinha caído demais sozinha. No tombo, ela caiu 28,9%, quase igual aos 28,7% de EQTL3 — o setor elétrico alavancado caiu em bloco, não só a Energisa.
- VIVA3 × BOVA11 — a tese apostava que o vendedor ia parar e o preço voltar. No dia seguinte o estrangeiro já tinha comprado, mas a ação caiu mais 3,8% mesmo assim. No tombo, ela tinha caído menos que o resto do varejo, como a Lojas Renner, a 33,6%.
Fora da tela
- CMIG3/CMIG4: o lado caro do par mal negocia R$ 2,2 mi por dia — não dá para vender essa ponta.
- IVVB11/BOVA11: os dois andam em direções opostas agora — é câmbio e tombo juntos, sem meio para onde voltar.
- SUZB3: subiu porque o real caiu, não porque exportou demais — é câmbio, não um excesso para corrigir.
- UGPA3: caiu junto com o índice, não mais que ele — é o mercado, não a ação.
- Energia: dez pares do mesmo setor dispararam juntos; só o melhor caso de cada ponta entra na tela.
- BRSR6 e BBDC4 sozinhos: já entram nos pares escolhidos do dia, não precisam de um lugar extra.
- RADL3: caiu 25,3% em cinco dias sem nenhum grupo de corretora vendendo de verdade — preço sem fluxo atrás.
- CURY3/JHSF3: construtora popular e incorporadora de luxo se separam de propósito num choque de juros, não por distorção.
Previsões registradas
| par | previsão | stop | vence em | status |
|---|---|---|---|---|
| BBDC4/ITUB4 | BBDC4 ganha pelo menos 3,5% sobre ITUB4 em 10 pregões | Se o ratio BBDC4/ITUB4 fechar abaixo de 0,372 em dois pregões seguidos, com Merrill e Citi ainda vendendo BBDC4. | 11/11/2026 | pendente |
| ABCB4/BRSR6 | ABCB4 perde pelo menos 3,0% sobre BRSR6 em 5 pregões | Se o ratio ABCB4/BRSR6 fechar acima de 1,83 em dois pregões seguidos, com JPM, GS e Merrill ainda vendendo BRSR6. | 04/11/2026 | pendente |
Descartadas na checagem
- ALUP11/ENGI11 — A queda de ENGI11 em 26/10 (-28,9%) foi a mesma de EQTL3 (-28,7%) e AURE3 (-29,4%), enquanto ALUP11 (-17,1%) caiu como as transmissoras e geradoras menos alavancadas. A distância entre as duas é o setor de distribuição alavancado sendo repreçado no choque de juros, não um excesso da Energisa que precise voltar. (reprecificação, não distorção)
- VIVA3/BOVA11 — VIVA3 caiu 27,7% em 26/10, menos que o resto do varejo doméstico (LREN3 -33,6%, AZZA3 -35,2%, CEAB3 -47,5%): é o setor inteiro repreçado no choque, não um excesso da Vivara contra o índice. Em 27/10 o estrangeiro já comprou (+R$ 4,1 mi) e o institucional ficou neutro, mas a ação ainda caiu 3,8% com o BOVA11 em alta de 0,3%: o vendedor parou e o preço não voltou. (reprecificação, não distorção)
Montar a ponta vendida exige aluguel do papel — custo e disponibilidade não estão nestes dados. Toda previsão é conferida por cálculo quando o prazo vence, com preços ajustados por proventos. Nada aqui é recomendação.
Tela do dia — 27/10/2026
BOVA11 +0,3% no dia, -4,0% em 20 pregões. 400 pares e 154 ativos varridos: 1 preço acima da banda, 18 preço abaixo da banda, 9 razão abaixo da banda, 7 razão acima da banda; 114 gatilhos segurados pelas travas.
- CMIG3 — quem mais vendeu: misto (−R$ 2,3 mi em 5 pregões, 1,0 dia de giro normal); BTG Pactual fez 95% desse saldo · varejo R$ 2,1 mi, estrangeiro R$ 0,6 mi, HFT −R$ 0,5 mi.
- CMIG4 — quem mais vendeu: HFT (−R$ 140,6 mi em 5 pregões, 0,7 dia de giro normal); Ideal fez 100% desse saldo · varejo R$ 85,3 mi, institucional R$ 58,3 mi, estrangeiro −R$ 46,4 mi.
- ALUP11 — quem mais comprou: varejo (R$ 10,5 mi em 5 pregões, 0,2 dia de giro normal); Necton Investimentos sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto −R$ 8,7 mi, estrangeiro R$ 5,7 mi, sem grupo −R$ 4,3 mi.
- ENGI11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 31,9 mi em 5 pregões, 0,1 dia de giro normal); J.P. Morgan sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto R$ 25,7 mi, HFT R$ 21,7 mi, varejo −R$ 21,3 mi.
- VIVA3 — quem mais comprou: varejo (R$ 59,4 mi em 5 pregões, 0,7 dia de giro normal); XP Investimentos fez 91% desse saldo · estrangeiro −R$ 29,8 mi, institucional −R$ 14,8 mi, misto −R$ 11,0 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 1.010,6 mi em 5 pregões, 1,0 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto R$ 381,9 mi, HFT R$ 265,6 mi, varejo R$ 198,3 mi.
- BBDC4 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 1.103,5 mi em 5 pregões, 1,2 dia de giro normal) · institucional R$ 481,7 mi, varejo R$ 435,2 mi, misto R$ 220,2 mi.
- ITUB4 — quem mais comprou: institucional (R$ 349,4 mi em 5 pregões, 0,3 dia de giro normal); BGC Liquidez sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · estrangeiro −R$ 222,0 mi, varejo −R$ 105,0 mi, HFT −R$ 26,8 mi.
- UGPA3 — quem mais comprou: misto (R$ 195,8 mi em 5 pregões, 0,5 dia de giro normal); BTG Pactual fez 67% desse saldo · institucional −R$ 150,3 mi, estrangeiro −R$ 78,0 mi, varejo R$ 18,4 mi.
- ABCB4 — quem mais comprou: varejo (R$ 22,8 mi em 5 pregões, 1,2 dia de giro normal); XP Investimentos fez 67% desse saldo · estrangeiro −R$ 14,4 mi, misto −R$ 6,0 mi, HFT −R$ 1,5 mi.
- BRSR6 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 58,3 mi em 5 pregões, 1,8 dia de giro normal) · varejo R$ 42,5 mi, misto R$ 10,7 mi, institucional R$ 4,6 mi.
- IVVB11 — quem mais vendeu: varejo (−R$ 91,0 mi em 5 pregões, 1,3 dia de giro normal); XP Investimentos sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto R$ 76,2 mi, institucional R$ 72,5 mi, estrangeiro −R$ 58,7 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 1.010,6 mi em 5 pregões, 1,0 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto R$ 381,9 mi, HFT R$ 265,6 mi, varejo R$ 198,3 mi.
- ENEV3 — quem mais comprou: misto (R$ 420,9 mi em 5 pregões, 1,2 dia de giro normal); BTG Pactual fez 89% desse saldo · estrangeiro −R$ 235,3 mi, varejo −R$ 162,3 mi, HFT −R$ 20,6 mi.
- EQTL3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 84,0 mi em 5 pregões, 0,1 dia de giro normal); J.P. Morgan sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · varejo −R$ 52,9 mi, HFT −R$ 14,8 mi, misto −R$ 14,6 mi.
- MULT3 — quem mais vendeu: misto (−R$ 179,8 mi em 5 pregões, 0,9 dia de giro normal) · estrangeiro R$ 171,0 mi, varejo R$ 30,3 mi, HFT −R$ 11,8 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 1.010,6 mi em 5 pregões, 1,0 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto R$ 381,9 mi, HFT R$ 265,6 mi, varejo R$ 198,3 mi.
- CMIN3 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 11,2 mi em 5 pregões, 0,3 dia de giro normal); Goldman Sachs do Brasil fez 90% desse saldo · misto R$ 9,9 mi, HFT R$ 1,3 mi, institucional −R$ 1,0 mi.
- CPFE3 — quem mais vendeu: misto (−R$ 62,9 mi em 5 pregões, 0,7 dia de giro normal); BTG Pactual fez 76% desse saldo · varejo R$ 37,3 mi, estrangeiro R$ 21,2 mi, HFT R$ 3,0 mi.
- EQTL3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 84,0 mi em 5 pregões, 0,1 dia de giro normal); J.P. Morgan sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · varejo −R$ 52,9 mi, HFT −R$ 14,8 mi, misto −R$ 14,6 mi.
- CURY3 — quem mais comprou: institucional (R$ 21,2 mi em 5 pregões, 0,1 dia de giro normal); Tullett Prebon fez 89% desse saldo · varejo −R$ 20,3 mi, estrangeiro R$ 4,9 mi, HFT −R$ 3,8 mi.
- JHSF3 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 29,5 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal); Citigroup Gmb fez 64% desse saldo · varejo R$ 26,8 mi, misto R$ 8,3 mi, institucional −R$ 7,8 mi.
- AURE3 — quem mais vendeu: misto (−R$ 24,7 mi em 5 pregões, 0,4 dia de giro normal); Santander sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · institucional −R$ 22,7 mi, estrangeiro R$ 21,2 mi, varejo R$ 20,9 mi.
- CPFE3 — quem mais vendeu: misto (−R$ 62,9 mi em 5 pregões, 0,7 dia de giro normal); BTG Pactual fez 76% desse saldo · varejo R$ 37,3 mi, estrangeiro R$ 21,2 mi, HFT R$ 3,0 mi.
- SUZB3 — quem mais comprou: misto (R$ 71,1 mi em 5 pregões, 0,3 dia de giro normal); Itau sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária); parte do dia foi transferência entre duas corretoras (par espelhado) · institucional −R$ 50,1 mi, estrangeiro −R$ 20,9 mi, varejo −R$ 15,6 mi.
- AURE3 — quem mais vendeu: misto (−R$ 24,7 mi em 5 pregões, 0,4 dia de giro normal); Santander sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · institucional −R$ 22,7 mi, estrangeiro R$ 21,2 mi, varejo R$ 20,9 mi.
- TAEE11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 75,2 mi em 5 pregões, 0,8 dia de giro normal); J.P. Morgan sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · varejo R$ 57,4 mi, misto R$ 27,9 mi, institucional −R$ 22,9 mi.
- BMGB4 — quem mais vendeu: misto (−R$ 3,2 mi em 5 pregões, 0,4 dia de giro normal) · estrangeiro R$ 2,8 mi, institucional R$ 1,6 mi, varejo −R$ 1,1 mi.
- EQTL3 — quem mais comprou: estrangeiro (R$ 84,0 mi em 5 pregões, 0,1 dia de giro normal); J.P. Morgan sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · varejo −R$ 52,9 mi, HFT −R$ 14,8 mi, misto −R$ 14,6 mi.
- TAEE11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 75,2 mi em 5 pregões, 0,8 dia de giro normal); J.P. Morgan sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · varejo R$ 57,4 mi, misto R$ 27,9 mi, institucional −R$ 22,9 mi.
- AURE3 — quem mais vendeu: misto (−R$ 24,7 mi em 5 pregões, 0,4 dia de giro normal); Santander sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · institucional −R$ 22,7 mi, estrangeiro R$ 21,2 mi, varejo R$ 20,9 mi.
- CMIG4 — quem mais vendeu: HFT (−R$ 140,6 mi em 5 pregões, 0,7 dia de giro normal); Ideal fez 100% desse saldo · varejo R$ 85,3 mi, institucional R$ 58,3 mi, estrangeiro −R$ 46,4 mi.
- AURE3 — quem mais vendeu: misto (−R$ 24,7 mi em 5 pregões, 0,4 dia de giro normal); Santander sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · institucional −R$ 22,7 mi, estrangeiro R$ 21,2 mi, varejo R$ 20,9 mi.
- EGIE3 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 107,3 mi em 5 pregões, 1,1 dia de giro normal) · varejo R$ 52,6 mi, misto R$ 49,4 mi, institucional R$ 3,4 mi.
- NATU3 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 64,9 mi em 5 pregões, 0,7 dia de giro normal) · misto R$ 29,9 mi, varejo R$ 23,4 mi, institucional R$ 18,1 mi.
- BOVA11 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 1.010,6 mi em 5 pregões, 1,0 dia de giro normal); Morgan Stanley sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · misto R$ 381,9 mi, HFT R$ 265,6 mi, varejo R$ 198,3 mi.
- AXIA3 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 634,7 mi em 5 pregões, 0,6 dia de giro normal) · misto R$ 527,9 mi, varejo R$ 91,5 mi, institucional R$ 57,2 mi.
- BRSR6 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 58,3 mi em 5 pregões, 1,8 dia de giro normal) · varejo R$ 42,5 mi, misto R$ 10,7 mi, institucional R$ 4,6 mi.
- BBDC4 — quem mais vendeu: estrangeiro (−R$ 1.103,5 mi em 5 pregões, 1,2 dia de giro normal) · institucional R$ 481,7 mi, varejo R$ 435,2 mi, misto R$ 220,2 mi.
- RADL3 — quem mais vendeu: misto (−R$ 36,2 mi em 5 pregões, 0,2 dia de giro normal); Itau sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · varejo R$ 16,9 mi, institucional R$ 14,4 mi, estrangeiro R$ 4,4 mi.
- HYPE3 — quem mais comprou: varejo (R$ 70,5 mi em 5 pregões, 0,7 dia de giro normal) · estrangeiro −R$ 60,7 mi, institucional −R$ 9,0 mi, misto R$ 5,1 mi.
- IGTI11 — quem mais vendeu: misto (−R$ 70,6 mi em 5 pregões, 0,7 dia de giro normal); BTG Pactual sozinha passou do saldo do grupo (as outras casas foram na direção contrária) · estrangeiro R$ 25,0 mi, varejo R$ 23,4 mi, institucional R$ 22,2 mi.
Cada par é a razão entre os preços das duas pontas, ajustados por proventos (dividendos, JCP, desdobramentos). A faixa sombreada é a banda de 20 pregões (média ± 2 desvios); a tela marca quem fechou pelo menos 2% fora dela. «Quem mais comprou/vendeu» soma os últimos 5 pregões por grupo de corretora. Nenhum gatilho é recomendação.
De onde vêm os preços
Proventos da B3 lidos em 29/10/2026; janela de 85 pregões desde 29/06/2026 (histórico oficial da B3 antes da nossa base, nossa base depois). Pares e ativos com evento societário não ajustado — ou um salto de preço que nenhum evento explica — ficam fora da tela.